Uma caipirinha, por favor


Que beleza!

Daqui a duas horas vou zarpar para Gramado. É o famoso Festival Mundial de Publicidade, que acontece de dois em dois anos. Estive lá nas edições de 2001 e 2003 e as palestras são sempre uma merda (a única legalzita que eu vi foi a do Nizan Guanaes). Mas a galera vai mesmo é pelas festas, que são sensacionais, gente de todos os cantos e as emissoras bancando tudo. Bom, chega de falar, agora é curtição, já comprei todas as patrícias do Zaffari, estou pronto.

Domingo, se Deus quiser, tô de volta.

 

Essa é uma pequena demostração de como eu fico em festas com trago liberado. Dizem que nessa foto estou sem alma, é uma possibilidade. Isso foi no ano passado na festa da Deff. Na foto, o outro Leo, Mari e Rê. Por sinal, foi nessa festa que eu conheci a Mari, e tudo que você ouvir sobre essa história provavelmente é mentira.



Escrito por Leo Garcia às 16h48
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Kevin Smith

 

Volto a escrever sobre cinema, fazer o quê, é uma das minhas paixões, segundo consta no Orkut. Eu sou um fã do Kevin Smith. Gostei muito de O Balconista (obra-prima), Barrados no Shopping, Procura-se Amy, Dogma (polêmico, muita gente não gostou) e O Império do Besteirol Contra Ataca (pastelão, quase ninguém gostou).

Basicamente o cara veio declinando em sucesso tanto com a crítica tanto com o público com o passar do tempo. Seu último filme, Jersey Girl (Menina dos Olhos, salvem os tradutores brasileiros!) se não me engano, foi um fracasso total nos dois sentidos. Eu fui ver com um pé atrás, pois já tinha visto o trailer, que além de contar todo o filme, não se parecia nada com o estilo do diretor. E também seria o primeiro filme dele sem os personagens Jay and Silent Bob.

Mas fui lá na locadora, tomei coragem e peguei. Assisti com a maior boa vontade do mundo, inclusive fiz pipocas de madrugada. E eu nunca faço pipocas.

E o filme é uma grande merda. Não entendo como caras bons como o Kevin Smith, do nada fazem coisas assim (vide Guy Ritchie). Muita gente não tem noção quanto tempo, dinheiro e trabalho se gasta pra fazer um longa. O filme é totalmente água-com-açúcar. Ele quer por que quer fazer a gente chorar gratuitamente, o que só vai acontecer se você estiver cortando cebola ou for do sexo feminino. E na hora de tentar fazer rir, o grande forte de Smith, fracassa. Na real tudo é um grande emaranhado de clichês, piadas fracas, atuações pífias (e a Liv Tyler tá, inclusive, obesa), situações forçadas e roteiro mal escrito. E o pior de tudo é que eu gostei do filme.

Brinquedo do cara no Balconista, afude.



Escrito por Leo Garcia às 12h40
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Quase

Desculpe pelo post sobre domingo, quando escrevi tava um bocado seqüelado e agora vejo que não tá muito bem escrito. Que se foda. Aí vai uma letra de umas das tantas músicas sensacionas do Mestre Wander:

Eu sei que eu ando bebendo demais
Você já me disse
Eu sei que eu ando caindo no chão
E que só causo uma má impressão
 
Mas eu preciso disso
 
Quero que você entenda
 
Só quero que você entenda
 
O quanto eu preciso disso!

Sou quase um alcoólatra
Quase um alcoólatra
Eu sou quase um alcoólatra
Quase um alcoólatra

Wander não perde tempo nem na Guarda (esse é dos nossos)

 



Escrito por Leo Garcia às 21h09
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Foda isso

Aproveitando o gancho futebol, acabo de ler na internet, que o filho do Rei Pelé, o Edinho (que foi goleiro do Santos) foi preso por tráfico de drogas. E parece que ele também se envolveu com o seqüestro da mãe do Robinho. Berço de ouro definitivamente não quer dizer nada hoje em dia. Foda isso.



Escrito por Leo Garcia às 15h42
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Mais um dia bizarro na minha vida

Domingo, acordo há uma da tarde, depois de mais uma noite loca. O dia promete, joguinho do Brasil no Beira-rio e eu já acordei bêbado. Belisco o churrasco e duas da tarde já tô no Gigante enchendo a cara com o Pau e com meu irmão, Gabriel. Quando estamos caminhando em direção à rampa, o ônibus da seleção pára na nossa frente. O Émerson fez um sinal de ok pra nós, e olha que estávamos fardados com a camisa do Inter. O Émerson é  cara gente fina mesmo (uma vez há alguns anos, eu até cumprimentei ele no Dado). E o Pau deu um berro “vamo acorda Roberto”que de fato acordou o Roberto Carlos que tirava uma pestana no fundo do bus. 

Estamos bem acomodados quase atrás da goleira do placar eletrônico. Depois de várias rodadas de Kaiser, o espetáculo vai começar (após o foguetório mais longo da história). A velha na nossa frente deve ser a única pessoa no estádio que não se levanta na hora do hino nacional. Acho que, por isso ela foi castigada. Um tempo depois, o Pau bate na minha mão e ela toma um banho de cerveja. Depois disso fica o resto do jogo reclamando ou olhando torto para nós. Bêbado é foda.

O jogo em si foi do caralho, show de Robinho Pedalada, Zé Roberto e até do bodoso do Ronaldinho. Mas foi uma grande emoção ver o velho Gamarra (o maior zagueiro que eu já vi jogar) fazendo desarmes novamente no Beira-rio.

Não preciso nem dizer que toda gostosa que passava com o namorado, a gente puxava o velho grito de guerra “Sóóóóóócioooooo”, muito bem acompanhado por uns catarina parceria que tavam atrás de nós (tão bêbados quanto) e de uns tiozão um pouco à direita (só no uísque). 

Na hora da saída também puxamos as cantigas de humilhação ao gremistas (“atirei o pau no Grêmio” e “ão, ão, ão...”), sem uma razão especial.

A segunda parada foi no escritório do Gabriel, onde ficamos cerca de uma hora bebendo um pouco mais e atrapalhando o pessoal que estava lá para fazer um trabalho de arquitetura.

Terceira parada, já desfalcado do Pau, fomos pra casa do Pablão, onde a gurizada tava. E adivinhem pra fazer o quê? Sim, trago. Aproveitei pra come um bauru antes que o bixo pegasse de vez. Quando a ceva acabou lá pelas 10, tivemos a grande idéia de ir pro Tropical.

Nesse momento eu já tinha passado pelos mais diversos estágios da bebedeira. Eu tava naquela hora que de tanta cerveja, tu já não tá mais tão bêbado, teu corpo já se acostumou com o lance (bom, pelo menos era o que eu imaginava). Aos poucos a galera vai largando, por que diferentemente de mim, meus amigos não tem um emprego “flexível” como eu. Antes um deles, que vamos chamar apenas de Señor X , deu seu show habitual e depois desmaiou na mesa, sem antes proclamar “eu vou enterrar todos vocês”. Foda. No final da noite permaneceu  na mesa apenas eu e o Trentin divagando umas duas horas sobre a vida, coisa que quase nenhum bebum faz. Lá pelas 3 e pouco, e depois de 13 horas de trago, me dei conta que era hora de voltar pra casa (na verdade o Trentin que quis).

E no caminho eu fiz uma descoberta importante: sempre quis saber qual é o horário e o dia da semana que tem menos carros na rua. Pode ter certeza que é as 3:45 da manhã de domingo. Eu realmente me senti naquela cena do Vanilla Sky. Tudo pra completar um dia bizarro. Mas bem divertido.

Escrito por Leo Garcia às 15h39
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